Identificando o inimigo

A força espiritual do maligno, tanto em quantidade como em poder, é infinitamente maior do que todas as forças armadas dos homens, porém se há algo que existe em semelhança entre elas, é a forma de comando hierárquico e estratégico. No reino do mal, essa hierarquia é articulada e comandada por Satanás, que é o possuidor da patente maior do império das trevas (Lucas 10:18); seguido dos seus terríveis oficiais e soldados (Apocalipse 12:9), que juntos formam um reino organizado, submisso e unido, trabalhado incessantemente debaixo de uma ordem de comando hierárquica, em busca da melhor estratégia para a o cumprimento da tríplice missão de Satanás (João 10:10).
 
Efésios 6:12
Principados (arché), espíritos governantes, magistrados, poderes, começo, referindo-se aqui, ao tempo de ordem. Os Principados são espíritos demoníacos da mais alta hierarquia demoníaca, esses demônios fazem parte do primeiro escalão do exercito de Satanás, são poderosíssimos e ao receberem ordem direta do próprio Lúcifer, atuam nas regiões celestiais. São chamados de príncipes (Daniel 10:13,20).
Potestades (exousia), o significado é: ‘Autoridades que permitem ou impedem. São espíritos com poder executivo, recebem autoridade e poder delegado pelos principados, (Colossenses 2:15; 1ª Coríntios 15:24) são forças de oposição contra a Igreja de Cristo.
Príncipes do Mundo das Trevas (kosmokrator), que significa governadores mundiais, ou senhores do mundo. Esses espíritos são responsáveis em conduzir a humanidade para as trevas; eles segam o homem, escravizam a sua alma, criando sistemas de diferentes formas de governo, firmados na religiosidade e no politeísmo, escravizando espiritualmente os povos, são responsáveis pela luta contra a verdadeira luz. (Atos 9:18);
Hostes Espirituais da maldade (pneu matikos), o significado é: ‘espírito da iniquidade, depravação, maligno’. Espíritos oprimem o homem, levando-o ao desespero total, o medo, a angustia, o suicídio são resultados desses espíritos malignos, eles oprimem a humanidade, levando-os ao caos.
 
Batalha Espiritual e seus diferentes níveis
Existem cinco diferentes níveis de batalha espiritual, são esses:
Batalha individual; é quando uma entidade maligna recebe o comando para atormentar, perturbar, oprimir e até possuir um indivíduo. Jesus sofreu esse tipo de ataque, quando Satanás o tentou no deserto (Mateus 4:11); somos chamados por Deus para vence-lo (Lucas 4:18,19; Atos 10:38);
Batalha coletiva; esses ataques são contínuos contra a Igreja do Senhor, as principais investidas do inimigo, são as perseguições, os escanda-los dos seus membros e líder, o esfriamento do amor refletindo na unidade do corpo de Cristo, o surgimento de supostas igrejas que espalham o veneno da destruição entre os povos (Atos 13:50, Atos 8:1, 2ª Timóteo 3:12, Mateus 24:12), embora o nível dessa batalha contra a Igreja seja altíssimo, nos temos a promessa de Cristo de que as portas do inferno não prevalecem contra a Igreja (Mateus 16:18);
Batalha local; essa batalha é de um nível pessoal, porem, o inimigo utiliza-se do que esta em nossa volta para nos atingir, ele pode utilizar o chefe, os funcionários, os amigos, alguém da família, enfim, essa é uma guerra travada na escola, no trabalho, na visita de alguém em nossa casa etc... (Lucas 21:36, Efésios 4.26).
Batalha nacional; é por essa razão que sentimos diferentes pesos espirituais ao visitarmos outras nações do mundo; existe uma malignidade diferente, que resulta em níveis de batalhas espirituais diferentes (Danial 10:13);
Batalha Transcendental; uma guerra cósmica, além do campo de visão humana, essa é batalha é guerreado entre os anjos de Deus e o império do mal.
 
Desfazendo as estratégias do maligno
Para vencer o nosso inimigo, é preciso utilizar as armas corretas (2ª Coríntios 6:7; 10:4,5, Efésios 6:13-18), além de ser necessário, estarmos fundamentados no que eu chamo de cinco pilastras fundamentais para a vitória de uma guerra, vejamos:
Ataque, o jejum e a oração, e a nossa principal arma de ataque (1ª tessalonicenses 5:17; Mateus 17:21, Marcos 3:27)
Defesa, o nome de Jesus é a nossa grande arma defensiva (Filipenses 2:9,10, Efésios 1:20-22); o sangue de Jesus (Apocalipse 12:11, Colossenses 1:14)
Suprimento é preciso estar alimentado da palavra (Salmo 119:11; 119:5, João 8:51, Salmo 119:112)
Base de refúgio não existe vitória na guerra sem que estejamos ligados à igreja
Unidade; exercito dividido não subsisti (Atos 2:44, Mateus 12: 25, filipenses 2:2)
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